Já é Carnaval cidade Acorda pra ver...




Pessoal, em respeito a todos, o blog SNC  anuncia que estará  temporariamente  com as postagens suspensas até 10/03/2011. Entretanto, convenhamos que  tem muito assunto e temas para serem vasculhados no Blog. Quando tiver de saco cheio de assistir televisão ou de ficar jogando tempo fora conversando no MSN dá uma olhada nas poesias, nos livros,  nas dicas... Eu vou pegar a minha mochila  pois estou  partindo..., Ops!... você achou que eu iria para o Carnaval de Salvador kkkkkkkkk.... não mesmo.  Faz mal a vida e a saúde.  Confira as cenas do carnaval do  ano passado no youtube,  veja  a quantidade de mortos e assaltos. Amigo, eu ainda tenho muito o que viver e ganhar dinheiro... Tem o lado bom para os homens: um monte de mulher doida, maluquinhas  pra ...pra... pra  beijar...  Mas o que não falta nesse Brasil é mulher doida né mesmo?... Então  antes   que o arrastão do carnaval  passe por mim, eu tó indo... revejo vocês em Março, pelo menos os que permanecerem vivos rs rs. Abraços ojuarianos para todos. Fuuiiiii.

Meus sonhos... as estrelas


 
Quero todas as estrelas! Todas!
É eu as queria na infância,
 Queria todas
Hoje  o espaço é enorme e as estrelas distantes,
 Antes não!
 Quando criança o meu quintal era o espaço,
 E as estrelas...
 Bem, bastava subir na escada,
Subir e pega-las.
 O tempo passou e as estrelas foram-se.
Assim como os sonhos.
 Os sonhos tornaram-se estrelas.
Ainda meninote todos os meus sonhos
Resumiam-se em conquistar estrelas
 Ah infância!
Cresça novamente em mim,
Antes que cresça em mim um velho
Barbudo e ranzinza
Ranzinza não,
Só sem sonhos
Só sem estrelas,
Só...
    sem vida.
Quero todas as estrelas.
Todas?
Todas não
 Nessa maturidade sem sonhos,
 Contentar-me-ia com uma.

Escaravelho Negro




 
Sim, escaravelho negro,
Não vos minto,
Amei-a.
Mais que o perfume das olivas em noite de cúpula,
Mas que os poetas embriagados e túrgido de amor,
Mais que os órfãos as mães,
Na imaginação dócil das crianças,
Amei mais, muito mais...
Amei-a nos olho dos astrólogos e nas idéias do filósofos,
 Na plenitude dos fulgores dos desejos carnais,
Na ingênua ignorância de minha tola alma,
Não!
 Na verdade não só dei-lhe a alma,
Como também lhe dei a vida,
 E assim amei-a  mais, muito mais,
 Mais do que a realidade neste mundo de romântico e de  loucos.
Mas do que as sensações de gozo  em leito ambíguos,
 Mas do que os profetas a fé, na fé  não lúcida de suas razões.
Confesso, amei-a mais de que os clérigos a Deus,
 É ,
E talvez nem Deus a ame como eu a amei.

E ainda amei mais, muito  e muito mais...
 Nas certezas, nas dúvidas,
Na vida, nos sonhos
 Nos seios,
 No colo.

 Ah sim, escaravelho, amei-a!
 Mais com atitudes do que com palavras,
Amei... e o amor não me fez feliz.


Meus Eus Estranhos

O mundo está estranho
A borboleta está estranha
Os poemas ... a barata, os mendigos- tudo estranho
Estranho é a civilização

Meus sentimentos?
Estranho!
Meus pensamentos?
Estranho!
A vontade?o desejo? O sexo? – estranho
Estranho é a não frigidez

Não me ouça!
Há coisas  estranhas no que digo
Não me julgue!
Pois estranho é o seu julgamento
Mas  please,
Não me ame
O amor não é estranho,
Estranho são as mentiras  que aceitamos 
quando a verdade nos parece uma realidade 
ESTRANHA.

Capítulo 11 - Os Marximillianos : O Segredo da Floresta Obscura



Capítulo 11


 Na entrada do Zoológico  quatro carros pretos sedans param bruscamente.  De cada porta saem homens com paletós  e óculos pretos. Um deles leva  a mão a  cabeça, aperta o trágus  da orelha externa  direita  onde um minúsculo comunicador está alojado. 
- Atenção a  todos, aqui é o Tenente Mocitaiba,  agiremos ao meu sinal. O alvo se encontra em deslocamento no setor leste do  zoológico,  andem em grupo de dois, evitem chamar atenção, temos apenas alguns minutos.
Uma imagem juntamente com  alguns dados do alvo se forma  no comunicador do óculo esquerdo    do Tenente.  Uma outra imagem familiar, por assim dizer, se forma no óculo direito.
-  Capitã safira, pode me escutar?
- Alto e claro Tenente Mocitaiba. Soa o comunicador
-Acabo de receber dados no meu class-computer, vamos ter problemas com esse passarinho. Diz o tenente com uma voz preocupada.
- Qual o problema? Retruca a capitã.
- O bem-ti- vi que vamos pegar  possui um parente do alto escalão.
-  Não se preocupe,  assim como as outras vezes podemos contornar a situação.
- Acho difícil  Capitã,  o alvo é sobrinha única do  Sumo-Sacerdote – o  Presidente  de Marximus.
- O que?! Maldição. Capture- a, e leve-a para a ala de proteção. Vou entretrar em contato com o Presidente.

A Capitã Safira, fecha a comunicação com o Tenente Mocitaiba e  liga seu computador  holográfico móvel
-  Acionar linha alfa, ligar para o Presidente. Diz a Capitã  enquanto aparece na  tela   holográfica  um looding e a imagem finalmente se forma. Um homem com uma face idosa e um sorriso carismático.
-Ora, ora Se não é  a Capitã da Guarda Nacional  - Safira. Pois bem,   a que devo a honra? Espero que seja importante já que a linha alfa somente deve ser usada em casos extremos. Diz  o  homem  com um tom de voz que contradiz  o seu sorriso.
-  Creio que este é um dos casos  senhor .  Temos um bem-ti-vi. Um dos civis presenciou a captura de um sulneano.
- Aqui  em Marximus?! Como ele consegui entrar?
- Ainda não sabemos. 
- E o civil, presenciou tudo?
-  É o que parece senhor, mas  ainda não temos certeza.
- Livre-se dele.  . 
- Infelizmente Sumo-Sacerdote,  não vai ser tão simples assim. O civil é parente  do senhor. A civil é Vitória, sua sobrinha presidente Emiliano.
O  presidente ficou mudo por alguns instantes.  -  traga-a até a mim Capitã. Imediatamente.

Capitulo-10: O Segredo da Floresta Obscura




Capítulo  10

Fabrício olhou para Vitória atônito.  Balançou a cabeça negativamente. Simplesmente não  conseguia acreditar na história que Vitória tinha acabado  de contar a ele.
-Vitória, não sei qual foi a droga que você usou, mas não use mais está bem?!. Tudo que você me falou é simplesmente impossível. Preste atenção, em consideração aos muitos anos da nossa amizade  vou lhe responder a primeira pergunta que você me fez quando chegamos  aqui. Mas vou lhe adiantar que  o que eu sei  é o que está nos syber-livros
No final do século XXI o mundo estava simplesmente impossível de se viver. O aumento da temperatura global, o degelo nas calotas polares,  o aumento dos preços dos alimentos  e da fome, devido principalmente a exaustão do solo e  a má distribuição de renda,  contribuirão para o inicio do holocausto  atômico e biológico.  
A maioria das nações do mundo entraram em confronto, os que ficaram neutros foram engolidos pelo desastre. Apesar da existência de bombas a vácuo, no final das contas, a maioria dos paises acabou mesmo foi utilizando bombas nucleares.  Com o início dos primeiros confrontos nucleares a guerra começou a tomar  conotações   de exterminio da raça humana. 
Após  três anos de combate, metade da população do mundo daquela época,  o que correspondia a cerca de 15 bilhões, morreram..  A outra metade,  já castigada pelos efeitos colaterais das bombas nucleares, teve um destino ainda pior . 
Não se sabe bem, se foi os Estados Unidos,  a China, Rússia ou Israel, que utilizaram biotecnologia ou se foi uma mutação  genética derivada dos focos nucleares, mas o que aconteceu foi uma fusão do vírus do ebola  com o SAHS, o chamado MT-1. Na verdade, pelo que acabei encontrando em alguns  syber-livros antigos, é que parte  dos MT-1 também possuíam uma seqüência similar ao do vírus da varíola, o que justifica acreditar que algum destes  paises tenha laçado mão do seu arsenal biológico. 
Como você pode imaginar, as conseqüências foram desastrosas,  pois em menos de dois anos 14 bilhões e meio  de pessoas  já tinham sido exterminadas pelo vírus. Isto porque, se alguém utilizou o MT1 para se beneficiar contra os inimigos, porque acreditava ter a cura para o vírus. Cometeu um terrível engano. Como você sabe melhor do que eu, o MT1 é o retrovírus – RNA facilmente mutável,  não demorou muito  para que o MT1 se transformasse em MT2, MT3... a vacina que se  por ventura um dia existiu não fez efeito. 
A esta altura do holocausto, após cinco anos de guerra  cerca de 500 milhões de pessoas  existiam sobre a face da terra.  Os mananciais de água, o  oceano,  o ar, a terra,   tudo estava contaminado, nada para se consumir,  nada para se viver.  Os que resistiram aos MTs  agradeceram a  seleção natural, ou seja, apenas os que não estavam susceptíveis ao vírus  sobreviveram.  Com o final da guerra, não posso dizer que houve vitorioso, pois para mim todos perderam. 
Nos anos que se seguiram ocorreu a maior parte das mortes dos  500 milhões de sobreviventes devido, dentre outras coisas,  as conseqüências das radiações: cânceres, leucemia,  degeneração nervosa.... Ao final de trinta anos pouco mais de dois milhões de pessoas  estavam vivas. O sistema  capitalista finalmente caiu.  
Porém, apesar de existir pouco  material humano, ainda existia bastante  conhecimento, cultural e  tecnológico armazenados em computadores  e livros. Então os lideres da época, isto já  no inicio do século XXII, decidiram por implantar uma organizalçao social baseada  em uma condição humana de vida máxima. Que o que chamamos atualmente de  all life.  Qualidade de vida total para os seres humanos quer sobreviveram ao holoucausto. Entretanto, nao se poderia repetir os erros do passado, era necessário respeitar  a natureza, os sistemas vivos, e ainda assim  viver o Máximo em qualidade de vida sem explorar do planeta Terra  além do que  ele poderia nos dar. 
Como a quantidade de pessoas sobreviventes foi relativamente pequena, o que basicamente houve, foi  uma corrida pela concentração destes sobreviventes em um único ponto. Os que se recusavam a vim voluntariamente, pelo que parece foram exterminados  sem que a maioria  soubesse disto. Afinal era o futuro que estava em risco e este futuro se chamava Marximus- a cidade. Os anos que se seguiram foi com a construção de marximus  e com investimentos pesados em saúde, tecnologia e principalmente educação.  E o resultado disto, é o  que você e eu  estamos  vendo hoje.
Vitória  tocou a mão na água do lago balançando a mão como uma criança que tenta fazer ondas na superficie da lâmina da´gua  
- Ok Fabrício, essa parte eu ja estou cansada de saber. Mas os sulneanos onde entram nesta historia?
- Bem até onde eu sei  os sulneanos  foram as vítimas dos resíduos atômicos e   biológicos    que de alguma forma  sobreviveram. Mas, o que tudo indica é que mutações ocorridas  no material genético  deles o levaram a formação de uma nova espécie... lógico que  ainda existem muitas suposições sobre o assunto... há pouca literatura sobre isto. O pouco que li, já que este tema não faz parte da minha especialidade, é que  boa parte deles são oriundos da America do sul, talvez por isto do nome,   os dados fazem uma estimativa que 90% deles vieram  de uma região denominada de Bacia do Guarani,  mas especificamente de  um pantano chamado na época de Pantanal Matograssense. O que parece que aconteceu é que esta região pertencia a um  país – conhecido como Brasil,  que  se manteve neutro boa parte da guerra, tanto que  o  primeiro ciclo de bombas atômicas não o atingiu.  Posteriormente com a evolução do  holocausto é que a população   do Brasil começou a ser dizimada. Não se sabe muito bem o que aconteceu mas os indícios mostram que uma parte da população da região do Pantanal, por algum motivo sofreu apenas leve  incidência radioativa e que uma cepa diferente do MT1, muito menos letal, é que entrou em contato com essa população. 
Quando a guerra terminou as águas contaminadas do Pantanal  contribuíram para o isolamento geográfico desde povo, e os nossos cientistas acreditam que surpreendentemente em apenas 90 anos este povo deu origem há uma nova espécie.
- é Fabrício, só que  nós dois sabemos que   no curso  genética   apenas  mutações pequenas  podem trazer benefícios para o indivíduo,  mutações grandes geralmente são letais, e para se formar uma nova espécie é necessário  um acumulo de mutações  pequenas ao logo de  um isolamento geográfico de grande período, milhões de anos. Como em tão pouco tempo eles poderiam gerar uma nova espécie?. Isto é impossível!
- bem, no inicio, os cientistas também pensaram assim, só que com estudos de alguns  sulneanos  capturados nos campos de minério da Floresta Obscura  Oriental  foi possível concluir  que as as radiações que eles sofreram apenas foi o suficiente para  facilitar a ação desta variante do vírus MT1, que incrivelmente atuou em mudanças de bases do DNA  como um relógio programado, mudando apenas o necessário para que as mutações  ocorressem.  A pele manchada e bronzeada serviram para  os camuflarem no ambiente, os  protegendo  também  dos raios ultra-violetas. Além disto estudos em suas mio-fibras  sugerem que eles sejam mais rápidos e mais fortes que nós. Mas aparentemente possuem um instinto primitivo de  sobrevivência: alimentar, reproduzir , defender. O neocortex deles é  hipo-desenvolvido.
- Engraçado, a biogeneticista aqui sou eu,  e  eu nunca tive acesso a essas informações. Disse Vitória  com um tom  de surpresa. 
- Nem poderia.  Apenas tive acesso a essas informações  porque um colega meu   está fazendo especialização no modo de vida dos sulnenanos, e  de alguma forma teve acesso aos arquivos secretos do Instituto Nacional de Segurança e Pesquisa (INSeP).
- é serio?! E como é o nome dele?
-  Steven. Steven Salles. Ele passa o dia todo na universidade. No setor de arquivologia.
- ótimo,  assim podemos tirar  mais algumas informações dele.  Existe algo que não  se encaixa. Olhe, como um ser  tão ignóbil,  como julgamos ser, entrou em Marximus?  - a cidade  inviolável ! Outra coisa, se eles são tão fortes, como se deixou capturar tão rápido? E como   pode  existir uma cepa  que atacou apenas uma população? e, ainda mais complicado que isso,  como pode ela  provocar com precisão cirúrgica mutações que geraram uma nova especie?
- Humf! Vitória  a biogeneticista aqui é você! e se você diz que há algo estranho, então temos mesmo que conversar com Steven, mas de qualquer maneira acredito mais que o que você viu foi um delinqüente fantasiado de  sulneano do que um espécime original.
- Eu sei o que vi Fabrício e  nao foi ilusão.  Vamos levar o barco  até o cais... vamos para a universidade. Há verdades que ainda quero  descobrir.

Memórias da escuridão



Cadê você?
?
Cadê voce ?
?
ouço mecânico 
uma voz  hipnótica 
Cadê você?

Hoje olhei as nossas cartas
E principalmente as suas
Estou levando comigo
Sempre 
Mais irei levá-las para aprofundar-me mais nelas
Sinto a sua  falta

Cadê você ?

Serão longos quinze dias
Mas há muito tempo não te vejo
Só a casca
Só roupagem seca e vazia 
Estou levando as suas cartas comigo
De muitos anos atrás 
Assim levo você também
De muitos anos atrás 
Cadê você?

Hoje você foi trabalhar 
Quase te reconheci
Quase
Mas te sentir fugir
Montanha  desgastada
Erodida
Perdemos-nos na vida 
A voz mecânica de sempre
Cadê você ?

Tranquei o portão 
Você vai e  volta todos os dias
Tranquei o portão
 Mas a voz não me deixa
Cadê você que não me responde
?
?
...

Capítulo 9 - Os Marximillianos : O Segredo da Floresta Obscura

Capítulo 9


O Zoológico de Marximus sempre trouxe lembranças estranhas para Vitória. Quando criança, uns sete ou oito anos, seu tio, Emiliano, a troucera pela primeira vez ao zoológico. Vitória lembra que a sensação foi no mínima inusitada. Pois ao vê os grandes animais espalhados pelos campos livres, sem grades, entre eles e os humanos, tudo bonito e limpinho como em um filme para crianças, toda essa beleza quase natural a deixou intrigada . A menina de oito anos perguntou:

- tio, porque eles não fazem coco?

- Emilliano sorriu e disse. Porque eles não são de verdade meu anjo, porque não são de verdade.

Só muito tempo depois Vitória descobriu que quase 100% dos animais que vivem ali são droides, compostos metálicos com estruturas orgânicas sintéticas, que imitam de maneira perfeita os grandes animais como elefantes, búfalos, rinocerontes e girafas, todos extintos após o holocausto ambiental no final do século XXI.

O zoologico era grande, com quase trinta mil metros quadrados , parecia por fora um shopping ultra moderno, com paredes altas de vidro entremedadas com estrutura metalica prateada. Mas por dentro era que o visitante via a diferença, cada setor do zoo era um espetáculo a parte. Principalmente no que diz respeito a ornamentação e a climatização artificial. Ora era um ar frio e congelante sob uma pequena montanha de neve que fazia a alegria de pinguins e ursos polares, ora era uma temperatura extremente quente onde o calor parecia fazer brotar miragens nas varias dunas de areia que deixavam os camelos mansamente remoendo a folhas secas. Tudo isto fazia do zoologico de Marximus um lujgar agradável, centro de diversão de milhares de pessoas que o visita todos os dias. Mas a essa hora da manhã o zoo estava quase vazio, apenas com os animais , os droides, e uma ou outra pessoa que começavam a chegar no zoo, inclusive um casal que há pouco tempo passara pela porta de entrada.

Já se faziam cinco minutos que Vitória acompanhava Fabrício. Quase não se falaram, apenas olhares trocados em vez em quando, um ou outro sinal, e assim ela ia disfarçadamente seguindo ele. Vitoria pensou em falar alguma coisa, mas antes que pudesse abrir a boca... - vamos por aqui, já estamos quase chegando- disse Fabrício.

Os dois entraram em um campo aberto coberto de gramas uns oitanta metros na frente percebia-se um lago, grande, o Lago Norton. Nele havia um cais de madeira com seis pequenos barcos, chamados de fliper, ancorados e com alguns droides proximo as bordas do lago, em pés em outros flipes fazendo a limpeza e ao fundo - árvores gigantes revestiam o leito do lago. Fabrício continuava andando, Vitória o olhava pensativa. Lembrando a primeira vez que conheceu Fabrício. Foi quase no mesmo período em que conheceu o zoológico. Ela estava de castigo no colégio escrevendo no quadro “ eu não devo praticar a violência . eu devo praticar o amor , a amizade e a esperança”. A professora tinha feito ela copiar isto 500 vezes. E disse que se vitoria não entendesse o real significado da frase iria copiar mais 500 vezes. Isto só aconteceu por que no recreio metade da turma dela resolveu pirraça-la.

Em grupos, ao redor dela , crianças de 7 a 8 anos gritavam irritantemente – cabelo de fogo, cabelo de fogo, cabelo de fogo, Somente porque Vitória tinha lisos cabelos vermelhos, ruivos. Quando a paciência de Vitória chegou ao limite, ela pegou a menina que estava mais próxima, jogou-a no chão e disse: quer vê o meu cabelo lhe queimar ? quer?!. mas não deu tempo para mais nada - a professora a levantou pelo braços e a trouce para a sala em meio a correria dos alunos que a estavam pirraçado.

Agora Vitória já tinha copiando 120 vezes a mesma frase, o seu pulso já doía, um menino, baixinho, franzino e com traços orientais disse, - me dê o pincel eletrônico, eu ajudei a te perturbar, não é justo que você pague por isto sozinha-, aproveitando que a professora não estava na sala , copiou todas as frases que estavam faltado. Quando terminou disse, - não precisa contar a professora, meu nome é Fabrício, espero que possamos ser amigos.

Vitória olhou para ele e para o final da frase: ‘ o amor a amizade e a esperança” agora não precisarei copiar mai , já sei o que a frase significa. Falou pra si mesma.
A Medida que o tempo foi passando Fabrico e Vitoria foi desenvolvendo uma relação de amizade sólida. Na adolescência os olhos de Fabrício já fitavam Vitória diferente, afinal ela se tornava a cada dia uma mulher mais vistosa, recheada de qualidades. Mas Vitória sempre o viu como amigo e nunca deu brecha para outras interpretações. Talvez por isto mesmo, Fabrício foi desenvolvendo uma certa personalidade contraventora, começou a fumar, a rakear computadores. Quando Vitoria já dava com certa, mais cedo ou mais tarde, a expulsão de Fabrício da cidade de Marximus devido as suas atitudes ilegais. Ele se apaixonou por história antiga, entrou na universidade, e agora faz especialização na Idade do holocausto ou século XXI., ainda continua com alguns hábitos ilegais, porem mais disfarçadamente – ainda bem, pois vou precisar deles – pensou vitoria.


***

Ao chegar no lago , Fabrício andou até a borda do cais, olhou para vitoria , fez sinal com a cabeça para que ela entrasse em uns dos barcos fliper. Era um barco branco, com detalhes em azul, so tinha espaço para duas pessoas: um no lado do outro. Esses barquinhos, apesar de serem ausentes de qualquer componete eletrônico, eles eram muito requisitados pelos vistantes do zoologico pois, para eles entrarem em movimento era necessário mover uma engrenagem de pedais que acionava uma pequena elice, em resumo , era uma forma agradável de realizar um exercício físico, e ainda passear pelas águas do lago Norton. Vitória e Fabrício entraram no fliper e começaram a pedalar, o barco começou a sair do lugar. Fabrício colocou entre as suas pernas o pequeno marche que controlava a direção. A medida que iam pedalando o barco se aproximava do centro do lago e rapidamente já estavam a uma certa distancia do cais. Quando chegou bem proximo do centro, Fabricio fez sinal para Vitória para que pedalasse ao contrário, o braco foi diminuido a velocidade e parou.

- Pronto agora podemos comversar a vontade - disse ele.

- É aqui o seu lugar seguro? Exclamou Vitória olhado para os lados ainda desconfiada.

- relaxe. As câmeras ainda podem nos ver, mas não nos ouvir. O barco não possui equipamentos eletrônicos, e o sistema de som das câmeras não são potentes o suficiente para poder nos ouvir, ou seja , estamos seguros.

Vitoria olhou para baixo analisou o que Fabrício lhe disse, soltou um suspiro, olhou novamente para ele - Fabrício , o que você sabe sobre os Sulneanos ou sobre a relação dos Sulneanos com os Marximillianos?

Fabricio levantou as sobrancelhas como de alquem que estranhasse a pergunta.
- Quase o mesmo que você. Esse era o misterioso assunto? Ora, isto não é motivo pra tanto sigilo!
- A pergunta é para ver se não estou ficando louca, pois depois que lhe contar o que aconteceu, pode ter certeza, sua concepção de mundo vai mudar.

Amanhã, só amanhã




Amanhã, só amanhã
Quero acordar amanhã
Em uma manha clara
Onde as nuvens sejam apenas pontes distantes
- lembranças –
E o azul tome conta dos meus pulmões.
Quero acordar amanhã quando os pássaros acordarem o sol
E os lençóis estiverem afastados
E os teus olhos permanecerem fechados
Ouvindo de leve o teu coração
Quero acordar amanhã
E velar o teu sono
Não deixar que nada te perturbe
Respirando tanto o teu perfume
Quase consigo ouvir de leve uma canção
Quero acordar amanhã
A manha e sempre acordar ao teu lado
Quero acordar ao lado da pessoa que amo
Quero acordar e ver que a realidade
É um maravilhoso sonho
- Deus , permita-me sonhar
Eternamente este sonho,
Mesmo quando eu acordar amanhã.

A partida


Vamos poeta
A cancela se fechou
As plantas padeceram
Na roça só há o vermelho
De um sonho... que acabou
Olhe
Olhe o sofrido horizonte
Que o sol ( coitado)
Sem glória se pois,
Que a lua (tadinha )
Sem a noite se foi
Que a vida ( meu deus )
A muito ...mirou
Vamos poeta, olhe!
Tu que sempre foste visionário,
Sabes que no corvo do espantalho,
Encontra-se a própria sorte
Neste deserto crestado,
Despeça-se do passado
Não se sinta amargurado
Não espere a morte.
Vamos poeta!
A cidade esta parada
Na indústria nem há fumaça
Nem vestígios da esperança
O circo não tem graça
E o bonde que ali passa
Parou na lembrança.
Oh poeta,
O tempo se esvaziou
E centro já esta vazio
Os ânimos que um dia ali existiu
No sábado ... ( uma pena ) faleceram.
Ate as crianças de rua
Que brincavam com a tua alma nua
Há muito se perderam.
Vamos poeta, vamos!
O farol esta quebrado
E no calor do asfalto
Rogo não pare nem chore
Peguemos a condução de ida...
Se sempre triste é a partida
Acredite , mais triste ... é a morte.
Vamos poeta!
Pois emudecer a alma
É desistir da vida
Se imensa é a sua dor,
Se viver não desperta-te fulgor
- agarre-se as feridas,
E nessa desilusão medonha
Nestas noites de insônia
Agüenta poeta , agüenta
Sobreviva a melancolia
Suporte essa agonia
E vamos poeta, vamos...
Antes que a morte venha.

Capítulo 8 - Os Marximillianos : O Segredo da Floresta Obscura



Capítulo 8

Uma poça de sangue já se fazia no chão, quando a Capitã Safira deu três passos e sentou-se na cadeira, exausta. A capitã não entendia como uma raça tão inferior podia resistir a drogas hipnóticas a ponto dela ter quer usar métodos mais arcaicos de persuasão. A capitã Safira ficou famosa entre os colegas de trabalho por sempre obter o que deseja, mesmo que para isto tenha que usar procedimentos sórdidos. A tortura é apenas um destes procedimentos.

- Deixem este verme, ele não irá falar nada. Talvez ele realmente nem fale a nossa língua. Disse a capitã com uma voz autoritária, mas dava para sentir um pouco de desapontamento.- ele pagará caro por não contribuir. Joguem-no no tanque da purificação.

O Sulneano apesar de muito ferido, e de estar amarrado de cabeça para baixo, ainda conseguia ouvi--la. Ele olha ao redor, é uma sala pequena com paredes brancas onde a única saída é uma porta de metal. Perto dele há uma mesa com instrumentos de tortura: grampos , agulhas, tesouras. Sua visão está turva, Seu corpo está lacerado. Sem as unhas do pé esquedo, sem alguns dedos da mão direita, sem a orelha esquerda, com torniquetes na coxa direita que deixava toda a perna roxa. O sangue oriundo do abdômen quase aberto devido à diversos talhos horizontais feitos por bisturi, escorria pelo seu corpo, se confundido com as manchas da sua pele, e teimosamente caia no chão. O Sulneano aprendeu que nestas horas é mentalizar algo fora daquela situação, como se não estivesse ali. Afinal não tinha outro jeito, ele veio necessarioamente para isto, e houvesse o que houvesse não iria entregar segredos do seu povo. Ele também sabia que estava perto do final. O que os sulneanos sabiam é que uma vez capturado pode-se considerar morto.

Dois saldados o desamarram, e o arrastaram até o tanque de purificação. O tanque da purificação é uma alusão a idéia do que tudo que entra nele desaparece, já que o tanque é cheio de acido muriático.

Enquanto o sulneano é levado para o seu destino , ele ouve os soldados dizerem algo incompreensível e logo após darem risada, como se escarnecessem do seu destino. Mas o sulneano sabia que a sua missão estava quase completa. Os dois soldados abriram uma porta de metal, ligaram um interruptor de luz ao lado da porta. Quando as luzes ligaram, o sulneano teve a impressão que um fleche luminoso o tivesse deixado cego. Mas pouco a pouco ele foi recobrando a visão. E o que ele viu foi uma sala enorme, cheia de coisas que pareciam antigas. Realmente lembrava mais uma porão das grandes casas antigas. No meio da sala havia uma abertura no chão, como um grande poço. Um corredor com grades de metal dava acesso somente até o meio do poço.O sulneano aprumou um pouco mais a visão, então entendeu realmente o que estava vendo. É aqui, o tanque da purificação. Ele era redondo com um diâmetro 6 metros, dentro dele havia apenas uma escuridão completa. Os soldados mandaram o sulneano se levantar e andar em direção a prancha ou eles iríam bater nele até que ele ficasse em pé de tanta apanhar. O sulneano se sentiu ainda mais fraco, suas pernas não respondiam direito, principalmente a direita muito machucada pela tortura. Enquanto os soldados tentavam ergue-lo ele mexeu a língua em direção aos grandes molares. O sulneano colocou um pouco mais de força irrigecendo a língua e, então, ele ouviu um estralo quase inaudível. consegui! Finalmente ele se põs de pé, meio cambaleante começa andar no corredor com grades de metal. Ele tenta se erguer, como se quisesse dar aos seus últimos momentos um ar nobre. Cospe do lado do poço um jato de sangue. Ao chegar no final do corredor vira-se para os seus algozes. Os soldados parecem se divertir com a situação, e manda que ele pule logo, pois estão com pressa. O sulneanos olha profundamente para os soldados, abre os braços, solta um sorriso, e deixa o corpo cair em direção a escuridão - ao ácido. Durante o seu mergulho seu sorriso transformou-se em uma gargalhada. Os soldados certamente achariam que ele ficou louco ao sentir que a morte estava perto. Mas o sulneano sabia que naquele momento a sua missão estava completa. Seu corpo caiu no acido e tão rápido como a queda - desapareceu. Os soldados deram as costas ao tanque da purificação, e começaram ao sair da sala, ainda comentaram que alguém tinha que limpar aquele sangue perto do Tanque. Como provavelmente, a capitã iria puni-los por deixar que o prisioneiro sujasse a sala, e os obrigaria a limpa-la, combinaram em não dizer nada a ninguém, desligaram as luzes e fecharam a porta.
Mal sabiam os saldados que estavam cometendo um ato que custaria o futuro de Marximus. Pois em meio a escuridão da sala era possível ver um ponto vermelho piscando ritmicamente, sobre o sangue que foi jogado pelo Sulneano.

Capítulo 7- Os Marximillianos - O segredo da Floresta Obscura




Capítulo 7


08:15 h. rua E. coli, próximo a catedral do livro

O carro vermelho sempre foi uma metáfora. Quando Vitória o viu pela primeira vez sentiu uma sensação estranha, como se o rio vermelho dos seus sonhos tivesse se projetado para aquele carro. A primeira sensação que tinha um Q de ruim, logo foi se transformando em um desejo compulsivo de comprá-lo. Era um carro moderno que lembrava uma Ferrari esportiva antiga. Mas só lembrava, porque o automovel tinha tudo que a industria automotiva de marximus poderia oferecer de melhor. Com o sistema XMR-y de suspensão,os carros de Marximus há muito não possuem rodas, são suspensos por campos magnéticos embutidos no asfalto. Motor com 1200 cavalos de potencia fazia com que ele fizesse de zero a 100 em 2 segundo. Em resumo uma maquina para poucos , mas como o seu pai lhe deixou uma pequena fortuna de herança Vitória não sentiu nenhum remoço em gastar um pouco deste dinheiro em um carro tão bom. Ela ajeitou o longo vestido vermelho, justo mas composto, sentou-se no banco do carro, segurou o volante, poderia apenas ordenar ao carro que se dirigisse até ao seu destino, mas preferriu uma direção semi-automatica. Vitoria apertou o volante de fibra de carbono. Pisou o acelerador com o seu pequeno pé direito desenhado pelo sapato escarpano, ouviu o ronco do motor, que rugia como uma fera. Olhou no espelho dianteiro os seus próprios olhos, estavam serios, esperou que o portão da garagem se abrisse, e a medida que ele lentamente ia mostrando a rua lá fora, ela pensou em duas coisas: hoje talvez seja um dia diferente e – roncou forte novamente o motor do carro - eu amo este carro.

***

Há cinco minutos atrás, Vitoria parou o carro para a entrada de um rapaz , magro , cabelo liso, com traços japônico , e uma barbixa estilo Raul Seixas. Apesar de já esta acostumado com as mudanças de humor repentino de Vitória ele já estava incomodado com o silencio dela. Fora um “bom dia” seco, cortante, mais nenhuma palavra. Será que fiz alguma coisa? Como Vitória não dava a entender que iria mudar de atitude ele resolveu fazer algo que concerteza sempre a contrariava. Pegou o acendedor de fogo do carro, sacou a sua arma do bolso - um bastão de palha de ervas errolado em papel de seda fino – deu duas batidinhas com o fundo do bastão no painel do carro, colocou-o na boca e quando se preparava para dar o desfeche final, ou seja acende-lo...

- nem pense em aceder este cigarro dentro do meu carro. Voce sabe quanto de multa eu posso pagar por isto?! Disse Vitória olhando para a estrada com uma voz cortante.
- humm que interessante, ela fala!. Ironizou Fabricio devolvendo o cigarro pro bolso. - Eu só gostaria de saber que bicho lhe mordeu, por que você marcou comigo , já estamos chegando a universidade e você ainda não deu uma palavra. Disse Fabrício colocando o cigarro no bolso.
Vitória respirou fundo, soltou o ar dos pulmões, e pediu ao carro que entrasse no piloto automatico e parasse rente a calçada.

- Fabrício vou lhe dar o telefone do meu professor – Vitória pegou sua agenda eletrônica e começou a escrever.

Fabrício não entendeu a atitude de Vitória, já que o professor dela era o mesmo dele e ele também tinha o seu telefone. Quando Vitória terminou, ela deu a agenda para Fabrício com cautela como se quisesse proteger algo. Ele leu:
“precisamos conversar em um lugar seguro. Aconteceu algo muito estranho. Mas temos que ter cuidado com as câmeras de vigilância. Onde pode ser?”
Agora Fabrício entendeu porque Vitória estava cuidadosamente dando a agemda para ele. Ela queria que tudo fosse sigiloso. Em Marximus tudo é vigiado. Todos os postes de iluminação tem câmeras. Todos os carros tambem são vigiados. Eles possuem um sistema de áudio e vídeo que imitem som e imagem direto para a central de segurança de Marximus.O único lugar que supostamente não tem vigilância é dentro de casa, mesmo assim, nos corredores, dos prédios e elevadores, há câmeras de vigilância. Além disto, qualquer atitude suspeita é investigada. Por isto , Vitória tinha dito a ele que iria lhe dar um número de telefone. Esperta. Com exceção dos próprios apartamentos, Fabricio sabia que havia somente um único lugar que se pode ter uma conversa , digamos, mais segura e tranqüila.

- Obrigado pela preocupação, mas eu já tinha este número. Hum...Vitória acho que antes da aula do Mestre Paulo Freire poderíamos sair para conversarmos, um pouco sobre nós dois... sobre nossa relação. o que acha? Fabrício deixou nascer um sorriso cínico.

Vitoria olhou para Fabrício, entendo o recado e confiando no amigo.

- tudo bem, e para onde vamos?

- para o ZOO

Vitória franziu a testa, como alguém que não entendeu algo, ligou o automóvel, pediu ao carro que entrasse na auto estrada, e que em vez de entrar na rua que daria na universidade, continuasse o percurso. No Monitor do carro apareceu escrito: NOVO DESTINO - ZOO HA 3 km.

Quase que imediatamente, boa parte das câmeras que faziam a segurança do percurso começaram a piscar e a focalizar o carro vermelho.

Hoje eu amanheci como o orvalho


Hoje eu amanheci como o orvalho
Fino, frio e ralo,
Bem antes do desapertar da aurora,
Refletir muito sobre tudo
Foi quando percebi que queria que tudo fosse algo eterno
Mas tudo não é – não é mesmo!
Queria guardar você aqui no meu bolso
Protegida para sempre
Mas não posso!
Queria não mais discutir contigo
Mas não consigo!
Queria não mais querer
Mas o verbo querer é um verbo maldito!
E eu só sei conjuga-lo no futuro de pretérito simples
E assim o querer nunca acaba.
Te amo - não nego, não escondo , não me iludo
Desculpe...
Se estas palavras – assim como as minhas lembranças –
Visitarem as terras do esquecimento...
As palavras de amor são voláteis.
Te amo, e um dia você compreendera
Que as coisas não são o que parecem ser,
E o amor não é nada mais que
Respeito + compreensão + admiração + comprometimento + doação + anuir-se
Que nós somos aquilo que acreditamos ser,
Mas estaremos sempre ligados àquilo que as pessoas acreditam que somos,
Que nem tudo que queremos podemos ter
Mas devemos ter a noção que mais importante que o agir é o pensar.
Te amo! – não nego, não escondo, não me iludo.
E agora como sempre
Queira te prender junto a mim
Mas... não dá
Então, voe passarinho
voe.


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Capítulo 6- Os Marximillianos - O segredo da Floresta Obscura






Capítulo 6

Vitória sentiu seu coração sair pela boca  foi um susto e tanto. Meã tinha chegado silenciosamente e ela nem percebeu. As cenas que vira na rua a deixou nervosa e os circuitos  de meã  com certeza notará esta  alteração  e certamente  o que ela menos precisava agora é de uma droide questionado-a sobre o que aconteceu.
- senhora, desculpe se a assustei, mas desde que a senhora  acordou eu estou monitorando suas ondas cerebrais e como percebi que a senhora não tinha ainda entrado em onda beta, e posteriormente teve picos de ondas alfa , fiquei  tão preocupada que resolvi   checar o quarto da senhora sem ligar as luzes. Disse a droide enquanto se aproximava da cama, onde Vitória estava.
- tudo bem Meã. Seu eletroencefalograma está funcionando bem.   Estava me preparando para dormir quando comecei a projetar imagens ruins sobre o sonho que tive. Fiquei um pouco tensa mais vou melhorar. Vitória ao mesmo tempo que falava puxava o ededron, insinuando  que iria voltar a dormir
- tem certeza que a senhora não que falar dos seus  sonhos  comigo? 
- tenho.
-Tudo bem. Irei para a sala e entrarei  em stand-by . a senhora gostaria de alguma coisa?
- Vitoria já  imitava muito bem uma pessoa que estivesse com sono, quando algo lhe passou pela cabeça. -  meã , mande uma mensagem   para  Fabricio. Diga  que  as oito horas  quando for para aula passarei na casa dele para pega-lo. Certo? Obrigado meã.
A droide sai do quarto, fecha  a porta lentamente enquanto olha a sua dona dormir, seus olhos brilham quase humanamente. A mensagem será enviada. Mas antes disto,  Meã  liga o telefone, disca uma seqüência enorme de números. O telefone chama duas vezes. Uma gravação eletrônica dá o  sinal. A droide apenas responde lentamente:
- bem-ti-vi.

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